quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Autossuficiência


Ó grande homens! Tão poderosos!?...
Capazes de criar, procriar e inventar
Satisfazem todas as próprias vontades
Mentem até mesmo pra si mesmo
Vivem profundamente umas ilusões
Alimentam muito bem seus vícios capitais
Crescem e se engrandecem demais
Desprezam os pobres, infelizes, ricos
Cobiçam a fortuna de forma mais fácil
Doam somente as porcarias inúteis
Vendem apenas para obter lucro
Moldados pelo sistema cultural
Formados nem um pouco social
Assassinos da civilização
Vemos tudo, mas não entendemos nada
Escrevemos tudo, mas não lemos nada
Trabalhamos muito e brincamos muito mais
Fazemos muito e construímos muito mais
Descobrimos os planetas e as galáxias
Estudamos coisas sobre estrelas e universos
Engordamos os vermes parasitas
Manipulamos os parasitas viróticos
Devemos automedicar nossa mente
Já iniciamos do zero muitas vezes
POETA DUGO'S

quarta-feira, 13 de julho de 2011

POESIA

A poesia, ou gênero lírico, ou lírica é uma das sete artes tradicionais, pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos, ou seja, ela retrata algo que tudo pode acontecer dependendo da imaginação do autor como a do leitor. "Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas. A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte; a arte é a poesia a obra o poema, sendo o poeta o artífice (1- Artesão 2- Quem cria algo)”. O sentido da mensagem poética também pode ser importante, ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos (no sentido de sua imaterialidade) e da possibilidade desses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta (1- Escritor que compõe poesia 2- Aquele que é inspirado por sonhos e suas fantasias; idealista).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Evolução

Quando fiz ‘um’ aninho
Aprendi a dar os primeiros passos
Quando fiz ‘cinco’ aninhos
Já estava aprimorando a velocidade
Quando fiz ‘dez’ aninhos
Estava aprendendo a dar saltos
Quando fiz ‘quinze’ anos
Os saltos já eram até mergulhos
Quando fiz ‘vinte’ anos
Apaixonei-me pela primeira vez
Quando fiz ‘vinte e um’ anos
Ela se apaixonou por mim
Quando fiz ‘vinte e dois’ anos
O que mais queria era decolar
Quando fiz ‘vinte e três ‘ anos
Tombei e quase morri junto
Quando fiz ‘vinte e quatro’ anos
Apaixonei-me novamente
Quando fiz ‘vinte e cinco’ anos
O amor floresceu em minha vida
Quando fiz ‘vinte e seis’ anos
Comecei a arriscar o melhor pra mim
Quando fiz ‘vinte e sete’ anos
Tudo começou a melhorar pra mim
Quando fiz ‘vinte e oito’ anos
Descobri o que quero de verdade
Agora aos ‘vinte e nove’ anos
Cada dia que passa é o melhor
Está sempre sendo o melhor
Independente do que aconteça
Quando o dia é bom, que bom
Quando o dia é ruim, aí eu comparo
Lembro do dia bom e ele se torna melhor
Tornando o dia ruim em bom
Porque aprendo mais ainda do dia bom
Por causa de o dia ruim fazer-me lembrar
Do dia que tive o melhor sentimento:
Carinho, força e cuidado.

Poeta Dugo's