terça-feira, 31 de maio de 2011

Evolução

Quando fiz ‘um’ aninho
Aprendi a dar os primeiros passos
Quando fiz ‘cinco’ aninhos
Já estava aprimorando a velocidade
Quando fiz ‘dez’ aninhos
Estava aprendendo a dar saltos
Quando fiz ‘quinze’ anos
Os saltos já eram até mergulhos
Quando fiz ‘vinte’ anos
Apaixonei-me pela primeira vez
Quando fiz ‘vinte e um’ anos
Ela se apaixonou por mim
Quando fiz ‘vinte e dois’ anos
O que mais queria era decolar
Quando fiz ‘vinte e três ‘ anos
Tombei e quase morri junto
Quando fiz ‘vinte e quatro’ anos
Apaixonei-me novamente
Quando fiz ‘vinte e cinco’ anos
O amor floresceu em minha vida
Quando fiz ‘vinte e seis’ anos
Comecei a arriscar o melhor pra mim
Quando fiz ‘vinte e sete’ anos
Tudo começou a melhorar pra mim
Quando fiz ‘vinte e oito’ anos
Descobri o que quero de verdade
Agora aos ‘vinte e nove’ anos
Cada dia que passa é o melhor
Está sempre sendo o melhor
Independente do que aconteça
Quando o dia é bom, que bom
Quando o dia é ruim, aí eu comparo
Lembro do dia bom e ele se torna melhor
Tornando o dia ruim em bom
Porque aprendo mais ainda do dia bom
Por causa de o dia ruim fazer-me lembrar
Do dia que tive o melhor sentimento:
Carinho, força e cuidado.

Poeta Dugo's

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"A Lamentação" (1305), de Di Giotto

Como analisar uma Obra de Arte?

"As obras não são realmente olhadas _
pois ver não é o mesmo que olhar, assim
como ouvir não é igual a escutar.

Ver envolve apenas o esforço de abrir os olhos;
olhar significa abrir a mente e usar o intelecto.

Olhar uma pintura é como partir para uma viagem_
uma viagem com muitas possibilidades,
incluindo o entusiasmo de compartilhar a visão de uma outra época.

Como em qualquer viagem, quanto
melhor a preparação, mais gratificante
será a expedição. "
Robert Cumming.
Para entender a arte.

Eleita a melhor obra dos últimos tempos

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Experiência do Poeta Khalil

"E a Beleza não é um desejo,
mas um êxtase
Não é uma boca sequiosa nem
uma mão vazia que se estende,
Mas antes um coração inflamado
e uma alma encantada.

Ela não é a imagem que desejais
nem a canção que desejais ouvir,
Mas antes a imagem que contemplais
com os olhos velados
E a canção que ouvis com os
ouvidos tapados.

Não é a seiva por baixo da cortiça enrugada
Nem uma asa atada a uma garra,
Mas sim um jardim sempre em flor e
Uma multidão de anjos em voo"
KHALIL GIBRAN

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Existe uma nova edição secreta



A obra “O Poder da Mente Metafórica” está inteiramente concluída, mas no período de análise por leitores críticos com mais conhecimentos que avaliam os assuntos em seus respectivos pontos citados.


"A nova edição 2019 está surpreendente! Adquira grátis somente com o autor."


Editoras interessadas em avaliar a obra, favor entrar em contato com o autor Marcelo Menezes.

E-mail: poetamarcelomenezes@gmail.com

WhatsApp: 53991773881

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Amigo

"A todos vocês, meu amigo, confesso
Sua sabedoria e simplicidade me deixam confuso
Quando converso contigo.
Mas admito que tudo foi dito perfeitamente
Bem resumido para ficar guardado no meu subconsciente
Antes de dormir inconscientemente lembro-me
Das sábias palavras que me disseste;
Refletindo o que realmente você quis me dizer.
Saiba que muitas palavras suas quando relembro
Muito bem me fazem quando consigo entender, porque
Aprendo mais um pouco a ser consciente com simplicidade.
Meu amigo eu preciso muito de você,
Quero confessar todos os meus segredos,
Acredito que serão tão bons pra você como são pra mim;
Fazendo isso sei que você saberá me ajudar.
Sei que posso contar com a sua ajuda,
Muito obrigado por tudo; amigo!"
Dugo's

O AMOR, QUANDO SE REVELA

"O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de lhe dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."

FERNANDO PESSOA