Com a proposta de respeitar o seu conhecimento, esta obra vem estimular a sabedoria das pessoas com uma fórmula metafórica, caracterizando o fundamento de nossa criatividade ao caro leitor, para interpretar as questões inexplicáveis e solucionar os enigmas da mente do ser humano, permitindo que construa o conhecimento com base em suas observações e hipóteses, bem como na experimentação e validação do que está pressuposto.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Como analisar uma Obra de Arte?
"As obras não são realmente olhadas _
pois ver não é o mesmo que olhar, assim
como ouvir não é igual a escutar.
Ver envolve apenas o esforço de abrir os olhos;
olhar significa abrir a mente e usar o intelecto.
Olhar uma pintura é como partir para uma viagem_
uma viagem com muitas possibilidades,
incluindo o entusiasmo de compartilhar a visão de uma outra época.
Como em qualquer viagem, quanto
melhor a preparação, mais gratificante
será a expedição. "
Robert Cumming.
Para entender a arte.
Robert Cumming.
Para entender a arte.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Experiência do Poeta Khalil
"E a Beleza não é um desejo,
mas um êxtase
Não é uma boca sequiosa nem
uma mão vazia que se estende,
Mas antes um coração inflamado
e uma alma encantada.
Ela não é a imagem que desejais
nem a canção que desejais ouvir,
Mas antes a imagem que contemplais
com os olhos velados
E a canção que ouvis com os
ouvidos tapados.
Não é a seiva por baixo da cortiça enrugada
Nem uma asa atada a uma garra,
Mas sim um jardim sempre em flor e
Uma multidão de anjos em voo"
KHALIL GIBRAN
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Existe uma nova edição secreta
A
obra “O Poder da Mente Metafórica” está inteiramente concluída, mas no período
de análise por leitores críticos com mais conhecimentos que avaliam os assuntos
em seus respectivos pontos citados.
"A nova edição 2019 está surpreendente! Adquira grátis somente com o autor."
Editoras
interessadas em avaliar a obra, favor entrar em contato com o autor Marcelo
Menezes.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Amigo
"A todos vocês, meu amigo, confesso
Sua sabedoria e simplicidade me deixam confuso
Quando converso contigo.
Mas admito que tudo foi dito perfeitamente
Bem resumido para ficar guardado no meu subconsciente
Antes de dormir inconscientemente lembro-me
Das sábias palavras que me disseste;
Refletindo o que realmente você quis me dizer.
Saiba que muitas palavras suas quando relembro
Muito bem me fazem quando consigo entender, porque
Aprendo mais um pouco a ser consciente com simplicidade.
Meu amigo eu preciso muito de você,
Quero confessar todos os meus segredos,
Acredito que serão tão bons pra você como são pra mim;
Fazendo isso sei que você saberá me ajudar.
Sei que posso contar com a sua ajuda,
Muito obrigado por tudo; amigo!"
Dugo's
Dugo's
O AMOR, QUANDO SE REVELA
"O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de lhe dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."
FERNANDO PESSOA
sábado, 29 de maio de 2010
Fé Divina e Ciência Científica
Preliminares
Há dois conteúdos que estão evoluindo, mas interpretados erroneamente pela maioria da humanidade, sendo vistos com muita diferença e impossíveis de conciliar. Acredito numa visão bem diferente da maioria, não pelo simples fato de fé ou de razão, mas simplesmente pela questão de como saber conciliar ambas para ter uma fé mais pura e uma ciência mais consciente, acreditando no que é visto como divino e estudando o que é científico. Fé e ciência são duas maneiras diferentes de aceitar e descobrir as verdades. Quando a solução é divina está contida em um universo intelectual particular que se pode sentir e comentar, mas somente explica-se cientificamente o que se pode demonstrar com rigor e objetividade. Os resultados ao serem individualizados a cada pessoa ou intenção podem transmitir insatisfação particular, ou seja, serem bons a umas e ruins a outras, podendo causar inconsequentemente uma fé pecaminosa ou uma ciência inconsciente. A possibilidade de relacionar ambas faz com que possamos ser mais conscientes, humanistas e espiritualistas; combinando proposições verdadeiras e identificando proposições falsas em relação ao que pode ser melhor para a humanidade e seu planeta Terra. Fé e ciência não devem partir de uma bifurcação com caminhos opostos, como diferem as intenções e particularidades das pessoas, mas é preciso ter simplicidade para unir ambas as ideias quando são boas, porque não é uma contradição real ou aparente da realidade, podendo assim, serem aliadas ao pensamento para descobrir e não inventar o destino da humanidade e, com isso, proteger e não aniquilar a nossa essência e existência de pessoas verdadeiramente boas. A intenção deste capítulo é interseccionar e unir a Fé Divina com a Ciência Científica utilizando fórmulas, pesquisas e análises; para calcular os fatos ou experimentar os atos. O segredo está na fórmula que você usa as intenções para calcular e chegar a boas interpretações equilibradas com a verdade.
Há dois conteúdos que estão evoluindo, mas interpretados erroneamente pela maioria da humanidade, sendo vistos com muita diferença e impossíveis de conciliar. Acredito numa visão bem diferente da maioria, não pelo simples fato de fé ou de razão, mas simplesmente pela questão de como saber conciliar ambas para ter uma fé mais pura e uma ciência mais consciente, acreditando no que é visto como divino e estudando o que é científico. Fé e ciência são duas maneiras diferentes de aceitar e descobrir as verdades. Quando a solução é divina está contida em um universo intelectual particular que se pode sentir e comentar, mas somente explica-se cientificamente o que se pode demonstrar com rigor e objetividade. Os resultados ao serem individualizados a cada pessoa ou intenção podem transmitir insatisfação particular, ou seja, serem bons a umas e ruins a outras, podendo causar inconsequentemente uma fé pecaminosa ou uma ciência inconsciente. A possibilidade de relacionar ambas faz com que possamos ser mais conscientes, humanistas e espiritualistas; combinando proposições verdadeiras e identificando proposições falsas em relação ao que pode ser melhor para a humanidade e seu planeta Terra. Fé e ciência não devem partir de uma bifurcação com caminhos opostos, como diferem as intenções e particularidades das pessoas, mas é preciso ter simplicidade para unir ambas as ideias quando são boas, porque não é uma contradição real ou aparente da realidade, podendo assim, serem aliadas ao pensamento para descobrir e não inventar o destino da humanidade e, com isso, proteger e não aniquilar a nossa essência e existência de pessoas verdadeiramente boas. A intenção deste capítulo é interseccionar e unir a Fé Divina com a Ciência Científica utilizando fórmulas, pesquisas e análises; para calcular os fatos ou experimentar os atos. O segredo está na fórmula que você usa as intenções para calcular e chegar a boas interpretações equilibradas com a verdade.
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